Não sei vocês, mas sempre tive desespero quando assistia filmes ou novelas que possuíam a seguinte cena: o mocinho está dirigindo e o vilão dá um jeito de jogar o carro dele no barranco. O carro cai com velocidade e vai parar no mar. O desespero do mocinho é enorme, pois o carro está afundando, a água está entrando e... o cinto está emperrado, o vidro está travado.
As chances de acontecer isso de verdade com a gente são bem menores, mas não deixa de ser uma possibilidade assustadora. Foi por isto que inventaram o
The BodyGard, um chaveiro que deve ser colocado na chave do carro para ser usado em emergências.
Ele possui um estilete para cortar o cinto de segurança, uma ponta forte e afiada para quebrar o vidro, um alarme sônico para pedir ajuda e uma forte luz vermelha LED para chamar a atenção para a sua localização.
Custa
19,95 dólares – um preço justo para algo que pode salvar a sua vida.

Às vezes você perde a chave, às vezes você precisa que alguém entre em casa para pegar algo, às vezes você gosta de tecnologia e quer dificultar e ao mesmo tempo facilitar a entrada em sua modesta casa. A fechadura
LiNK, cujo sistema foi desenvolvido pela
Schlage, se destranca de três diferentes modos.
Um jeito é o jeito sem graça de sempre, através de uma chave normal. Outra maneira é digitar um código PIN, que é legal, mas não muito inovador, e a última maneira é mandar uma mensagem de texto ou e-mail para ela. Imagina que legal! “Fechadura, faça-me o favor de abrir”. Ok, provavelmente existe uma mensagem padrão, mas imaginar não mata ninguém.
Voltando ao modo Senha, ela pode receber 19 seqüências diferentes, assim cada morador da casa pode ter o seu próprio número – e a fechadura ainda acompanha quando cada pessoa chegou em casa (tática boa para os pais checarem a chegada da balada dos filhos).
Disponível em três cores, kit custa 300 dólares mais uma taxa de 13 dólares por mês pelo serviço da
LiNK.
Nos tempos atuais existe uma grande questão que é dificilmente levantada: como combinar um gasto menor de energia, para preservar o planeta, com o grande número de eletrônicos que usamos diariamente? Certamente não se trata de uma questão fácil de ser respondida, à medida que não é costume controlar cada kWh consumido, e esse seria o único jeito de cortar o mal pela raiz.
O Power Cost Controller é exatamente a ferramenta que faltava para ajudar a resolver o problema. É uma fonte com um monitor que apresenta o consumo em kWh em horas, semanas, meses e anos, além disso, também mostra a qualidade e a freqüência da corrente elétrica.

Eu não estou preparado para saber quanta energia gasto com meu computador e periféricos, mas se você está pronto para a má notícia, pode comprar o Power Cost Controller
aqui, por US$99.

O Radio Frequency Identification (RFID) é um sistema de rastreamento via ondas de rádio. Por causa de seu tamanho diminuto (foto), ele pode ser usado em um número muito grande de aplicações – desde cargas e pacotes até veículos e documentos como passaportes e cartões.
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[Via Motorblog]

Assim como a
Dell, que inicou faz alguns dias seu recall de baterias para laptops, fabricadas pela Sony, também a
Apple resolveu trocar as baterias de seus portáteis. A empresa está chamando 1.8 milhão de proprietários de iBooks e PowerBooks, sendo 1.1 milhão só nos EUA. A empresa diz que recebeu nove chamados de computadores que se incendiaram, a partir da bateria. Os equipamentos foram fabricados entre outubro de 2003 até os dias atuais. Mais informações no site da empresa.

Uma empresa da Flórida quer colocar chips em 1.4 milhões de soldados americanos. A VeriChip Corp, baseada em Delray Beach, planeja convencer o Pentágono a conceder o contrato para fornecimento de chips de rastreamento, conhecidos como RFDI (Identificador por rádio frequência, na sigla em inglês), a serem colocados debaixo da pele dos soldados. Com um simples scanner, o exército pode acessar os dados do soldado, bem como sua ficha médica, em instantes. A empresa pretende substituir os cordões com placas de metal que são utlizidados pelo exército desde 1906. Uma vez instalado, o chip torna-se invis´vel.
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A Dell está anunciando o maior "recall" de laptops que se tem notícia até hoje. Mais de 4.1 milhões de máquinas do maior fabricante mundial de computadores devem ter suas baterias de lítio-íon, fabricadas pela Sony, trocadas. Os modelos produzidos entre abril de 2004 e julho de 2006 das linhas Latitude, Inspiron e Precision serão substituídos. Segundo a própria Dell, 18 % dos modelos produzidos têm baterias defeituosas que podem super-aquecer, causando possível explosão, além de chamas. O "recall" pode custar às duas empresas mais de 430 milhões de dólares, colocando em risco os resultados das duas companhias para este ano.

Na esteira das novas e mais apertadas medidas de segurança que vêm sendo implementadas em aeroportos e portos, os EUA lançam um novo tipo de passaporte. Chamado de RFID, eles contêm um chip que reproduz as informações contidas no papel. Desta maneira, autoridades aeroportuárias podem rapidamente verificar as informações contidas no chip. Críticos do sistema insistem que as informações contidas podem ser captadas por pessoas não autorizadas, como hackers e outros. Autoridades insistem que as informçaçôes são criptografadas e não diferem daquelas de um passaporte normal. A
Infineon Technologies é a empresa selecionada para produzir os novos modelos de passaporte. O governo dos EUA pretende lançar a novidade ainda esse ano.